O Maranhão é um dos estados mais equilibrados financeiramente hoje em meio à crise que assola todo o Brasil. Na semana passada, por exemplo, o Piauí decretou falência e teve que anular todos os empenhos não liquidados. Fora outros como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul que estão parcelando salários de servidores há mais de um ano.
Mesmo sendo dependente dos repasses federais – que desde 2015 diminuíram cerca de R$ 1,4 bilhão – o Maranhão segue pagando o funcionalismo de forma antecipada e, ainda por cima, em ritmo de obras e ações que nenhum estado do país hoje tem. Para o governador Flávio Dino, a receita do sucesso é ter um governo que não tem “taxa, não tem propina e não tem pedágio. E essa é uma grande conquista do povo”.
Em discurso realizado na Conferência Estadual do PCdoB, na última sexta-feira, Dino ressaltou que em seu governo, diferente de tantos outros – referindo-se sobretudo aos 50 anos de dominação da oligarquia Sarney no Maranhão – não tem secretário e governador enriquecendo às custas do dinheiro público.
“O governador que fala pra vocês aqui, entrou nesse governo sem responder a um único processo e continua sem responder a nenhum processo, 100% ficha limpa como eu sempre fui na minha vida inteira. E essa é a razão pela qual o dinheiro rende. Pelo qual a gente com pouco consegue fazer muito”, destacou Flávio Dino.
Se todos os governantes do país seguissem a mesma receita do governador Flávio Dino talvez o Brasil não estivesse na situação calamitosa que se encontra hoje. Fica a dica.