segunda-feira, 16 de outubro de 2017

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A Justiça condenou a 10 anos de prisão, em regime fechado, o bacharel em Direito Roberto Elísio Coutinho de Freitas pelos crimes de tortura, apropriação indébita e por retardar ou dificultar a assistência à saúde da vítima praticados contra a própria mãe, uma professora universitária aposentada, de 84 anos e doente de Alzheimer. A decisão é da juíza titular da 8ª Vara Criminal de São Luís, Oriana Gomes, na ação penal proposta pelo promotor de Justiça José Augusto Cutrim.
O caso ganhou grande repercussão no mês de maio, quando vídeos circularam pelas redes sócias de Elísio torturando a mãe com xingamentos e palavras de baixo calão, além de tapas, empurrões puxões de braço. O Ministério Público encontrou pelo menos 11 vídeos gravados pela companheira do bacharel. O filho do acusado e neto da vítima foi o responsável pelo registro do boletim de ocorrência na Delegacia de Proteção ao Idoso, acusando o denunciado de agredir física e psicologicamente.
De acordo com os autos, Roberto Elísio, sob o pretexto de que cuidava da mãe, não trabalhava, passava o dia em casa consumindo bebida alcóolica, além de explorar a idosa financeiramente, conforme mostram os extratos bancários anexados ao processo.
Preso desde o dia 26 de maio no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, ele também terá que pagar R$ 2 milhões como efeito da condenação pelos danos causados à vítima.

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