terça-feira, 6 de março de 2018

R$ 50 MIL POR MÊS: O PREÇO DE UM MAJOR NA BANDIDAGEM


Depósito com contrabando estourado no bairro Rio Grande, zona rural de São Luís
O inquérito formalizado pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate a Corrupção (Seccor), encaminhado à Justiça e que culminou na prisão de mais 18 pessoas envolvidas com contrabando de bebidas e cigarros, além de armas e drogas, revela que o Major da Policia Militar, Luciano Fábio Farias Rangel, um dos presos na operação da SSP-MA e PMMA realizada na semana passada no bairro Quebra Pote na zona rural de São Luís, faturava pelo menos R$ 50 mil por mês na máfia. Um segundo galpão carregado de contrabando foi estourado no bairro Rio Grande também na semana passada.
No documento abaixo, a Seccor revela os valores recebidos pelo Major Rangel e o seu ‘quarteto’. Os pagamentos eram feitos no Batalhão de Policia Militar onde os PM’s eram lotados.
Foto Reprodução
Mais sobre o caso
Na última sexta-feira (2), foi cumprido o mandado por policiais que se encaminharam a Superintendência de Combate à Corrupção (Seccor), em São Luís, onde o ex-superintendente da SEIC, Tiago Bardal, prestava depoimento sobre suposta participação na máfia de contrabando. Ele foi encaminhado primeiramente para o Instituto Médico Legal (IML) e em seguida para o presidio da Delegacia Especial da Cidade Operária (DECOP) onde segue preso.
Na ocasião, a policia também prendeu o advogado Ricardo Belo, filho do ex-desembargador Benedito Belo. Ele estava acompanhando Bardal, quando o delegado foi abordado na estrada do Quebra Pote, área onde acontecia a gigantesca operação das polícias civil e militar que desbaratou uma organização criminosa especializada em contrabando de armas, bebidas, cigarros e drogas. Policiais militares e civis foram presos com om integrantes do grupo. Ricardo Belo foi encaminhado para o Presídio São Luís, em Pedrinhas.

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